sábado, 30 de junho de 2012

sábado, 9 de junho de 2012

DIVULGA-SE...

Encontrei isto e achei por bem divulgar:
“IGESPAR APRESENTA PROJETO DE DECISÃO RELATIVO À ZONA ESPECIAL DE PROTEÇÃO DA IGREJA DO OLIVAL”
Retirado daqui:
Obrigado Carlos Gomes

O Residente

sábado, 2 de junho de 2012

VISITA À FREGUESIA DO OLIVAL



…Sendo todos “pessoas de boa fé” ocorre-me ficar em silencio!...

O Residente

HAJA VONTADE!...


Sim! Haja vontade de derrubar preconceitos, ideologias  e quezílias em prol de algo bem maior, as pessoas!...

A MONTANHA PARIU UM RATO!...


 
Metafórica a expressão? Sim,  com certeza!...8 meses e qualquer coisa, mais coisa menos coisa por que neste tempo de silencio uma coisa descobri:
-Tanto faz e o importante é que nada se faça!
e…
- …deixa fazer quem sabe!
E pior ainda…
- …mais vale fazer mal do que não fazer!...
Foram estas as máximas que mais me marcaram neste tempo  em que este e outros meios de comunicação que também pela minha pena  passam, se contiveram em nefasto mas propositado silencio.
Estive atento, ao largo para não influenciar ninguém, agora desperto e tão preocupado como antes com os mesmos problemas de sempre!
Nestes meses agravou-se e muito a situação financeira da nossa população e sabemos que ainda vai piorar (noticia de abertura do Jornal televisivo, Ministro das Finanças anuncia taxa de desemprego 16% para 2013), por isso urge medidas concretas que melhorem a condição de bem-estar nas populações…
Nesse sentido entreguei uma proposta, em nome do MOIA,  dia 31 de Maio ao Executivo da Junta, com varias medidas que poderão  criar uma nova dinâmica na nossa Freguesia, que pretendemos que possa interferir em  todos os extractos sociais.
É evidente que por eles será analisada, e nada mais espero do que a resposta positiva para o seu desenvolvimento, embora a recusa não nos deixe de queixo caído!
Para mim importante mesmo, é a participação activa!

E já agora, peço desculpa ao ilustre “Rato”!

Residente Mandatado

terça-feira, 6 de setembro de 2011

As Dúvidas...

Algumas dúvidas e questões que me ocorrem frequentemente:
http://o.castelo.vai.nu/2011/08/questcoes-do-psd-sobre-o-pavilhao-do-olival.html

O Residente

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Para quando o Centro Escolar do Olival?

Pergunta que se me inpunha com alguma frequência há cerca de seis meses mais alguns dias.

A resposta cabal sita em local que não levanta dúvidas, impõe que a publicite:


“Obras Municipais
A visita prosseguiu para o Olival, junto ao local onde começou a obra do Centro Escolar. Estão feitas as marcações do terreno para uma obra, cujo projecto foi lançado em Junho de 2010 e, em tempo recorde, começou em inícios de Fevereiro.
…”
Da palavra à acção, vamos no caminho certo! Quanto à questão do tempo recorde, esperemos que os tiros no pé não sejam como a azeitona em tempo de apanha!

O residente

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Feira do Adro 2011

Quando me preparava para escrever algo sobre a Feira do Adro do Olival, um sinal sonoro, daqueles que nos avisam que tocámos na tecla errada, seguida de mensagem escrita, alertou-me de que o ficheiro “feira do adro” já existia.
Logo saltou a curiosidade para ver o que havia escrito sobre o assunto em 2010. Como não pretendo ser repetitivo, deixo para hoje, as minhas palavras de “ontem”.

O residente

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Residente Presidencial


   Olhando para estes resultados aqui e sem descobrir “a pólvora” como algumas pessoas pretendem, ainda assim chego a expressivas e preocupantes conclusões.
·        Abstenção. Vergonhoso o desinteresse dos eleitores. Causa provável, os políticos e os pseudo-políticos, nos quais me terei de incluir.
·        Comparação dos resultados com gestão local. Não necessariamente, tal a discrepância dos valores.
·        Comparação dos resultados com a gestão governamental. Aviso sério de descontentamento assente na mesma discrepância dos valores.
·        Brancos e muitos dos nulos. Mais grave que a abstenção pois existe a intenção clara de demonstrar o descontentamento. Não se trata de indiferença mas que fique registado que nenhum dos candidatos satisfaz.
·        Independentes. Movimentos emergentes cada vez mais significativos, atingindo no nosso concelho resultado acima de todas as expectativas, muito por culpa do trabalho dos muitos movimentos de cidadãos já existentes. Sinal evidente da necessidade de introspectiva das estruturas partidárias locais. Introspectiva será pouco!
·     Residente Presidencial. Sem dúvida, o melhor preparado, embora não compreenda que um Presidente da República faça a gestão de um mandato com o objectivo de ser reeleito e ainda eu ache que a democracia eleva-se à 2ª e à 3ª volta, se necessário.

O residente

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

ENXOVALHO


Embora conheça o sentido da palavra, tive algumas dúvidas e recorri ao “meu amigo Dicionário” da Porto Editora, 5ª edição, do já ido ano de 1976:
Enxovalho. s.m.  acto ou efeito de enxovalhar; fig. Afronta; desonra; humilhação.
Afronta deixou-me também outras dúvidas e lá voltei eu:
Afronta, s.f. injúria lançada em rosto; ultraje; desprezo; ameaça; fadiga; violência (de afrontar).
Agora sim, sem dúvidas, vamos lá tira-las a quem as tenha, não que as palavras, por si, o mereçam, mas sim o texto, que só aparentemente, não tem sentido nenhum.
No dia 30 de Dezembro estive presente na primeira reunião da Assembleia de Compartes do Olival, na Barrocaria, aldeia da Freguesia do Olival que, desde 1993, tem também a sua Assembleia de Compartes.
Com publicitação deficitária, (dois panfletos de que tive conhecimento e o anúncio feito pelo Senhor Pároco no período de avisos após a homilia de domingo) compareceram vinte e poucas pessoas, dez eram os elementos da comissão “ad hoc”, os outros por convite (tal a unicidade) menos eu e as duas pessoas que me acompanhavam; isto “ grosso modo”.
E fomos realmente afrontados, tentativas de injúria e de ameaças aconteceram, mas nem por um momento vacilei ou tive vontade de sair daquele espaço, pois estou e continuo convicto dos motivos pessoais que me levaram e levam a dar a cara por uma nova consciência social.
Falo em termos pessoais, pois era nessa qualidade que me encontrava presente, como comparte, até porque o Moia declarou, em tempo oportuno, que o seu trabalho como defensor dos baldios, havia terminado na Assembleia de Freguesia. Algo que o PS local não entendeu e rapidamente se movimentou de forma a eleger para os cargos sociais, alguns dos seus mais directos apoiantes, (embora cargos não remunerados, bem ao jeito dos “boys”), alguns dos quais haviam votado contra a criação desta mesma Assembleia de compartes.
Parece-me bem mais acto humilhante e desonroso, aceitar e assumir um cargo de responsabilidade de algo que não se pretendia aceitar e que oito dias antes se criticava e combatia ferozmente!
Em suma, alguém saiu enxovalhado, mas não o Pedro nem o Saul. Dá que pensar não?
Bem hajam.
O residente

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

ASSEMBLEIA DE COMPARTES DO OLIVAL

Ao fim de 3 reuniões formou-se a dita Assembleia e aprovou-se a cedência do terreno para a construção do Pavilhão Gimnodesportivo da Câmara Municipal de Ourém em Olival, como muito bem o determina os documentos previsionais para 2011 do nosso edil.
Politizou-se os seus cargos sociais e passou-se uma esponja na verdadeira essência da Assembleia de Compartes. Será efectivamente um trabalho para mais tarde se fazer.
Garantiu-se que a cedência é definitiva para o Pavilhão Gimnodesportivo e não para um barracão qualquer, obrigando nesse caso à devolução do mesmo aos Compartes!
Em boa verdade somos todos, pessoas de boa-fé até prova em contrário, e a compra do terreno junto à actual escola que do vendedor teve como condição apenas vender se para uma escola fosse o seu destino, levantou-nos a lebre!

Honre-se a palavra nos actos!

O residente

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

…O SEGREDO.


Chegou até mim, que em reunião da Assembleia de Freguesia do Olival, dia 28 de Dezembro corrente, na qual por motivos pessoais não estive presente e me fiz representar, entre aprovação de orçamento, alteração de regimento, discussão sobre farmácia, consulta da oposição, o Sr. Presidente da Junta lançou a seguinte afirmação:

- O segredo é a alma do negócio!

Tal afirmação merece-me total atenção, tal é a discordância da sua afirmação com a Gestão de uma Junta de Freguesia na minha humilde perspectiva.
Gerir uma freguesia como se fosse a nossa empresa pessoal e ou sociedade comercial é um enorme atropelo aos fundamentos da constituição portuguesa e aos princípios democráticos que a norteiam.
Uma das competências do Sr. Presidente da Junta é prestar contas à Assembleia de Freguesia e esta fiscalizar as acções do Executivo. Algo que, no Olival teima em não acontecer, com um Presidente de Assembleia conivente, absorto na postura de “deixar andar”, “bem ou mal feito não interessa” e “nas próximas eleições logo verá”. Sem dúvida, má prestação na pessoa que devia ser o garante da democracia de todos os Olivalenses e que poderia ser um pilar de orientação para o Executivo, quanto mais não seja pelo facto do cargo que vem ocupando desde há três mandatos, o que também poderá explicar algumas das suas opções(!).
A lei das autarquias obriga o Executivo a apresentar um enorme número de documentos, Plano de Actividades mais relevantes, Orçamento Anual e Plano Plurianual de Investimentos para que a sua gestão seja transparente e dê a conhecer as linhas de desenvolvimento estratégico para o Olival. Depois obriga a revisões e alterações orçamentais sempre que surja a necessidade de alterações ou correcções, sempre com o objectivo da transparência. Obriga ainda a prestar contas, com espaço para o público, nas reuniões mensais do executivo, em épocas e assuntos definidos, nas reuniões ordinárias e extraordinárias da assembleia,  sempre e quando o assunto o justifique.
A mesma lei obriga também que qualquer Olivalense possa obter resposta sobre qualquer assunto, através de requerimento ao Sr. Presidente da Assembleia em dez dias e ao Sr. Presidente da Junta em vinte dias.

-Sr. Presidente, parece-me que não há lugar ou espaço para segredo se pretender honrar a sua palavra quando diz: “continuar a desenvolver a sua politica na estrita observação da lei” (Fonte: Plano de actividades para ano de 2011), sabendo eu e o Sr. que aqui também não se aplica o provérbio “Palavras leva-as o vento” pois as actas e os documentos garantem que a sua mensagem perdure no futuro.

Falta mesmo é que as pessoas assumam a responsabilidade do que dizem.

O residente